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VI Congresso de Jornalismo da Unifap inicia com homenagem aos 15 de curso e palestra sobre saberes da Amazônia

Abertura do evento foi no dia 3 de dezembro, no anfiteatro do campus Marco Zero do Equador, em Macapá (AP), e reuniu estudantes, docentes, egressos e profissionais da comunicação.

* Por Gabriel Bogéa, Maison Pereira e Jacqueline Araújo (Divulgação / VI Conju)

O hino nacional e o do Amapá entoados ao som do marabaixo marcou a abertura do VI Congresso de Jornalismo da Unifap, ocorrida nesta quarta-feira (4/12), no anfiteatro da Universidade Federal do Amapá, em Macapá (AP). Com direito à “parabéns para você”, a plateia, composta por acadêmicos, professores, ex-alunos e profissionais da comunicação do estado também celebrou os 15 anos de criação do curso de Jornalismo.

A programação iniciou à tarde, com a abertura da Exposição “15 anos de criação do curso de Jornalismo”, na Galeria do Departamento de Letras e Artes (Depla), e organizada pelo docente da graduação, Prof. Dr. Augusto Bozz. As imagens foram selecionadas a partir de registros feitos por professores e alunos ao longo dos 15 anos de trajetória do curso, buscando uma Identidade visual. “A gente pensou em trabalhar a identidade do curso, mas uma identidade que a gente tem que escavar essa identidade, buscar essa identidade, resgatar essa identidade sobre aquelas pessoas que aqui já passaram”, apontou.

A noite de abertura foi marcada pela exibição de um documentário sobre os 15 anos da graduação de Jornalismo na Unifap e a palestra “Produção de saberes na Amazônia”, com o pesquisador e coordenador da Pós-graduação em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido (PPSDTU) da Universidade Federal do Pará (UFPA), Prof. Dr. Fábio Castro.

Na mesa de abertura, participaram a coordenadora-geral do VI Conju, Profa. Dra. Lylian Rodrigues; o coordenador do curso de Jornalismo, Prof. Dr. Alan Milhomem; o acadêmico e coordenador-geral do Centro Acadêmico de Jornalismo “Aldenor Benjamin” (Cajab), Paulo Gama; o pró-reitor de Extensão e Ações Comunitárias, Prof. Dr. Robert Zamora; e o diretor do Departamento de Letras e Artes, Prof. Dr. Marcos Paulo Torres.

Em seu discurso, Lylian Rodrigues ressaltou o caráter integrador do VI Conju. “Passaremos os próximos dias escutando, falando, pensando, fazendo e sendo comunicação, Amazônia e prática jornalística. E, além disso, em um mundo de um tempo pós-pandêmico, penso que seja extremamente importante a gente cultivar os encontros, voltar a nos aglomerar, especialmente na Universidade, nós precisamos ocupar este espaço e viver essa comunidade acadêmica”, afirmou.

O acadêmico Paulo Gama ressaltou que o retorno do Conju é um marco histórico para estudantes e professores. “(…) Um momento que a gente tem a possibilidade de conhecer novas narrativas, novas possibilidades do jornalismo e de estar presente com tantos jornalistas, tantos professores que têm uma carreira tão consolidada”, pontuou.

O estudante João Vinicius Barros de Miranda enfatizou o clima de confraternização que envolveu o primeiro dia do Conju.

“Estar no Conju foi uma experiência muito reconfortante. A cada evento envolvendo o curso de Jornalismo, mais eu vejo o carinho e amor que esse curso tem e isso ficou bem claro nesse primeiro dia. Estar no Cnju foi a prova de que escolhi o curso certo. (…) Espero obter mais conhecimento e ver o leque de oportunidades que o Jornalismo tem para me apresentar”, disse Miranda.

O primeiro dia fechou a palestra do Prof. Dr. Fábio Castro, que abordou a produção de pesquisas sobre a comunicação e a Amazônia, inaugurando uma programação voltada à reflexão crítica sobre o papel social da comunicação.

Para o ex-aluno Aluizio Neto, o Conju é uma ferramenta indispensável para a discussão em torno do curso e o fortalecimento do pensamento reflexivo sobre a Amazônia e as práticas jornalísticas na região.

Aluízio Neto (de óculos) com amigos durante o primeiro dia do Conju

“Nossa região tem sido protagonista nesse debate, e especialmente nós jornalistas, começamos a compreender ainda mais a relevância de fundamentar os estudos em torno da Amazônia, a pluralidade étnica, geográfica e ambiental. Trazer essa discussão pro âmbito do Congresso na Unifap e consolidar um diálogo que transforma a percepção dos alunos perante a Amazônia e as práticas do jornalismo que instigam a verdadeira face da nossa região”, observou.

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