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Neta de Rocque Pennafort visita acervo pessoal do avô na Unifap

Em visita ao Brasil, Sonia Zaghetto veio ao Amapá para rever acervo que doou para a Universidade e atualmente compõe o acervo do Centro de Memória, Documentação Histórica e Arquivo da Unifap.

Na manhã da última quarta-feira (14/05), o Centro de Memória, Documentação Histórica e Arquivo “Elfredo Távora Gonsalves” (Cemedharq), da Universidade Federal do Amapá (Unifap), recebeu a jornalista e escritora Sonia Zaghetto, neta de Rocque Pennafort, para uma visita ao acervo de seu avô.

Rocque Pennafort foi prefeito do município de Oiapoque no período de 1949 a 1963. Ele documentou boa parte da história do município e do estado e seu acervo foi doado ao Cemedharq pela neta, Sonia Zagheto. 

Profa. Dra. Elke Rocha [à esquerda], diretora do Cemedharq, e Sonia Zghetto conferindo o acervo do avó de Rocque Pennafort.

Segundo a diretora do Cemedharq, Profa. Dra. Elke Rocha, os documentos históricos de Rocque Pennafort foi o primeiro acervo recolhido pelo Cemedharq. Ele foi doado pela neta durante o lançamento do livro de Sonia sobre o Oiapoque, no qual ele fez uso dessa documentação deixada por ele. 

“O Rocque Pennafort foi uma espécie de intendente no Oiapoque e, na ocasião, o intendente fazia tudo, então ele reuniu uma documentação vasta, muita fotografia, relatórios sobre o Oiapoque, documentações pessoais, cartas trocadas entre os familiares com muitas informações sobre o Amapá naquela época. E hoje a Sonia está visitando o Amapá para ver como é que estamos tratando esse acervo do avô dela. O acervo já foi tratado pelos bolsistas do Cemedarq, descritos, catalogados para salvaguarda e recentemente o bolsista Lucas Maximim fez a digitalização do documento e hoje vamos apresentar a Sonia Zaghetto”, explicou a diretora do Cemedharq. 

Sonia Zaghetto contou estar satisfeita ao ver os documentos de seu avô sendo tão bem preservado pela Unifap.

“(…) Tudo foi tratado com  muito respeito. O material está digitalizado e a nossa intenção era essa, contribuir para a história do Oiapoque e do Amapá. Meu avô tinha um amor muito grande pelo Amapá e pelo Oiapoque, então ter o acervo dele aqui na Universidade é algo que não só teria feito meu avô muito feliz e honrado, mas nos deixa todos que amamos o Amapá e o Oiapoque emocionados e felizes, porque a história está preservada”, afirmou Zaghetto. 

* Texto e fotos: Ana Carolina Brazão (Bolsista Assesp/Unifap).

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